Hoje eu acho que tudo (ou quase tudo) aquilo que pensamos de nós mesmos são consequências daquilo que ouvimos sobre nós. Aquilo de você perguntar pra alguém o que ela acha disso, de você, do que fez ou disse. Hoje eu acho que isso tem tanta importância e interfére tanto em nós mesmos. Ás vezes o ego sobe, ás vezes a auto-estima já não se trata de algo alto.
Lembro de quando eu tinha 13 anos e ficava chocada com coisas que falavam ao meu respeito, embro também de coisas boas, que smepre me deixavam alegre, que sempre me levavam a continuar agindo como eu agia. Talvez isso tenha sido importante pra formação de quem sou hoje.
Mas hoje, eu já não penso na importancia disso. Hoje eu vejo tanta gente se mudando, mudando a sí mesmo, mas não mudando as coisas ruins, e sim as coisas boas, o melhor que elas tem em si mesmas por causa do todo, por causa do resto, mudando por quem lhes olha, e não por quem lhes gosta. Talvez mudando pra que gostem, pra que mais gostem. Mas ainda penso: a pesquisa qualitativa é bem mais eficaz e real que a quantitativa; isso ainda vale para mim.
Hoje tenho meu prórpio conceito sobre mim mesma, hoje sei o meu melhor, o meu pior. Sei aquilo que mereço ou desmereço. Hoje sei quem sou, e porque sou.
Hoje, hoje a noite, queria que todos soubessem também.
sábado, 3 de outubro de 2009
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